É deveras interessante quando percebemos um conceito simples da lógica (ou matemática) ocorrendo na vida real e o tÃtulo desse post indica sobre qual estou falando.
No caso não quero dizer especificamente da negação de um fato, mas do oposto ao resultando quando um fato ocorre duas vezes, negando ou invertendo o resultado que dos atos surgiria.
Claro, isso apenas é possÃvel se o resultado não possuir consequencias graves, principalmente aplicadas (ou sofridas) por terceiros, pois, nesse caso, terÃamos uma implicação, a menos, talvez, que tal implicação, na dupla negação, retorne a você e ainda assim os resultados não sejam graves (ou permanentes).
Por resultados graves ou permanentes frequentemente interpretamos por algo de natureza fÃsica e não moral (ou ética). Fiquemos com esse universo, pois e formulemos:
Um pequeno acidente que geraria reprimenda ao perpretador, seja ela pelo próprio perpretador, por quem sofre a ação que gera a reprimenda ou por terceiros, se, após um pequeno intervalo de tempo, geralmente antes que o conceito da reprimenda seja formado, formulado ou transmitido, for repetido, normalmente o efeito causado é o oposto da reprimenda, tornando-se, frequentemente, cômico.
Exemplifiquemos:
Tome, por exemplo, um jantar entre famÃlia (ou amigos, ou social). Um copo com (coloque aqui o seu liquido favorito) é entornado na mesa molhando alguém (ou a si mesmo). Se o evento tornar a se repetir em um espaço de tempo suficientemente curto* o efeito torna-se hilário.
Outro exemplo: Na estrada com sinalização semi-deficiente se o motorista não percebe uma lombada (ou um conjunto de), o carro passa e o motorista, bem como os passageiros sofrem um susto (além de, talvez, alguns galos na cabeça), geralmente gerando reprimenda por parte de algum dos passageiros (principalmente se um deles for um dos pais do motorista) ou por parte do proprio motorista. coloque, portanto, dois conjuntos de lombadas, suficientemente espaçados para permitir que os ocupantes do veÃculo se recuperem do susto mas repitam o feito da mesma forma que o primeiro, para que o efeito de reprimenda seja não apenas anulado, mas devidamente invertido, frequentemente gerando gargalhadas dos ocupantes do automóvel.
Assim, agora sabe-se como se livrar de uma reclamação quando você tropeça e dá um esbarrão em alguém nas ruas. Antes que esse reclame, tropece e dê um esbarrão em um outro, para que o primeiro tenha a impressão invertida. Infelizmente isso geralmente funciona apenas quando o 2o. esbarrão é genuÃno ou quando a pessoa é um ótimo ator.
O ponto a mostrar aqui é que a dupla negação possui efeitos práticos na vida real, mas apenas para situações cujo resultado não seja drastico. O efeito das lombadas poderia, em alguns casos, causar ou gerar um acidente grave e o fator da dupla negação seria automaticamente anulado pela incursão de um fato implicado. Mas há diversos outros exemplos. Caso você tenha algum a relatar, por favor, nos envie nos comentários
*O conceito de tempo suficientemente curto é o resultado de uma função dependente do caso e, portanto, não é uma constante. Tampouco pode ser mensurável.
fevereiro 22nd, 2010 at 12:10
R0X! 🙂
Principalmente a lombada. Mas olha, se ela se repetir 3 vezes ainda se anula… 🙂
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fevereiro 22nd, 2010 at 12:29
Muito bom 😀 Cadê nossos professores de lógica que passaram batido por esse princÃpio no colegial? 😉
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fevereiro 22nd, 2010 at 18:02
Importante ressaltar que os fatos não podem trazer fatalidades. Ou nada anula nada. Ou nada anula coisa alguma. Como preferir =)
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fevereiro 23rd, 2010 at 08:44
Excelente a aplicação pratica para o conceito de dupla negação!!! 🙂
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abril 9th, 2010 at 20:39
Interessante. Será que teria um exemplo contrário aos que você deu? Exemplo, risadas e depois susto.
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abril 12th, 2010 at 21:48
Claro q tem, veja quantos jovens idiotas e acerebrados aprontam, dão risada e depois se arrependem do que fizeram…
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